Por que nós amamos?

Publicado 10 de maio de 2009 por Jullyana Vycas
Categorias: Sem categoria

Por que nós amamos?

É uma boa pergunta, não acha? Por que amamos? Quem ama eu sei que pode numerar vários motivos para gostar de alguém. Mas essa pessoa está equivocada. Você não tem motivos para gostar, você tem é consequências por gostar. Exemplo. Você não gosta de alguém por ele/ela ser divertido. Você acha a pessoa divertida porque gosta dela. Então, se qualidades e defeitos não escolhem de quem nós gostamos, o que escolhe?

Eu sempre defendi a interação. Acho que alguém só pode gostar de outro alguém quando se interage, e quando a interação caí bem sobre essas pessoas. Ou seja, elas têm certa química. Assim defendo facilmente porque amo meus pais: são as duas pessoas com quem mais interagi em toda minha vida.

Você não tem de se perguntar por que gosta de alguém. Você tem de defender isso, e olhar pela pessoa; se a pessoa não presta, olhe por si mesmo, protega a si mesmo para não se machucar. Os seres humanos tem um lindo dom: o carinho. Se o mundo soubesse aproveitar isso, os homens seriam mais felizes.

O Amor – Explicar amor

Publicado 10 de maio de 2009 por Jullyana Vycas
Categorias: Sem categoria

À pedidos de muitos (tá, não de muitos) aqui está minha redação sobre "Amor", sem nenhuma alteração.
Esta aqui me rendeu 9,5. Foi um grande motivo de chacota, no dia de sua confecção, visto que alguém chamado Paulo Gabriel (um cara que adora me atormentar…) acusou minha redação de falar apenas sobre meu amor pelo meu pai e minha mãe.

Eu amo meu pai e minha mãe. Aliás, feliz dia das mães, mãe. Mas não é só disso que eu falo. Aliás, eu nem mencionei isso. Leiam por si sós.

REDAÇÃO:

TEMA: O Amor

Estrutura dissertativa.

Número de linhas: mínimo 20 / máximo 30.

A redação deve ser feita em um tempo de aula.

 

Tema: O amor

Título:

Explicar amor

Os seres humanos são dotados de sentimentos. Isto, todos sabem. A questão é: qual a verdadeira finalidade deles? O amor, por exemplo, é uma das mais confusas sensações despertadas em humanos. Talvez não só neles como também em outros seres vivos.

A ciência pode ter uma explicação para a ocorrência do amor entre homem e mulher. Acredita-se que quando o indivíduo encontra o parceiro perfeito, isto é, aquele com o qual será capaz de ter os "melhores" filhos geneticamente, o cérebro estimula o amor, para acelerar o processo de união dos dois. Caso seja esta uma teoria verdadeira, é correto afirmar que todo tipo de animal sofre a influência do amor no momento de escolher seu parceiro sexual.

No entanto, o conceito científico não se aproxima do social: para muitos, considerar o amor uma simples artimanha do cérebro na busca pela evolução é, no mínimo, insensível. A sociedade considera o amor uma forma de carinho e afeto para com o próximo. Ela explica o sentimento de diversas formas: existem crenças que dizem que ele pode surgir ao acaso ou ser conquistado por pequenas feitiçarias.

Amor não deve ser nada disto. Talvez sim, seja influenciado pelo cérebro, talvez acasos também ajudem. Mas o amor propriamente dito, alegam alguns sentimentalistas, é o fruto da convivência e da interação entre os seres. Ele pode nascer por simpatia, porém, só cresce e amadurece com o tempo. Neste período de desenvolvimento, é mais propício chamá-lo de paixão, algo em formação.

Enfim, sendo o amor nascido do subconsciente, do místico ou de uma experiência entre seres, há um ponto onde a grande maioria concorda: o amor possui, sim, um grande poder de influência sobre a vida das pessoas.

Poluição: preço do progresso – Par constante

Publicado 10 de maio de 2009 por Jullyana Vycas
Categorias: Entretenimento

Terceira redação feita pela turma Pré E-1. Me valeu um 8,5. Encontrei-a sem querer nos meus arquivos do computador e resolvi postar. :)

REDAÇÃO:

TEMA: Poluição: preço do progresso.

Estrutura dissertativa.

Número de linhas: mínimo 20 / máximo 30.

A redação deve ser feita em um tempo de aula.

 

Tema: Poluição: preço do progresso.

Título:

Par constante

A cada ano que se passa, o planeta vai se modernizando e desenvolvendo. É notável o progresso de vários países. Mas, deve-se ressaltar que para toda ação há uma reação e, no mundo atual, nada é de graça.

Para estimar um preço ao progresso deve-se, primeiramente, definí-lo. O ato de progredir é tornar melhor através do tempo. Porém, será que o ser humano cresceu nesses últimos anos? É bem verdade que a espécie se perpetuou, multiplicou e acomodou. Sem dúvidas, homens lucraram muito durante estes milhares de anos que habitaram a Terra. No entanto, o custo de todo este crescimento é refletido no maior e mais precioso bem que o humano conquistou: o planeta. Pouco a pouco, este foi explodarado predatoriamente pelos seus habitantes, sendo condenado à destruição.

As grandes cidades produzem uma extensa quantidade de lixo e poluem o ar de forma irracional. E as grandes heroínais contra esta poluição aérea, as árvores, foram desmatadas e encontram-se em pouco número, tornando-se desprezíveis às ações prejudiciais do ser humano ao mundo.

Em tempos em que o planeta pede socorro, é importante relevar que o progresso não é par constante da poluição. Caso todas as nações mobilizassem-se para criar alternativas que nos façam crescer e sobreviver sem prejudicar o ambiente e também ajudá-lo, com certeza poderia-se evoluir sem destruir.

Post Primeiro

Publicado 10 de maio de 2009 por Jullyana Vycas
Categorias: Sem categoria

Ainda vou adicionar algo útil à ele um dia. (:

A pressão do “ficar”

Publicado 2 de abril de 2008 por Jullyana Vycas
Categorias: Sem categoria

Hoje passei pela maior loucura que achei, de verdade, que o mundo está perdido. Imagine você, que está lendo (se alguém estiver lendo) o meu diálogo com a garota que chamarei de C., a outra chamarei de R.: (ps: Eu sou a J.)
 
R: – Ei, Jullyana, você quer ficar com o G.?
 
J: – Claro que não, eu acho isso nojento!
 
R: – O que? Ficar ou o G.?
 
Ai que vontade de responder os dois….
 
J: – Ficar. Nós só temos 13 anos! Eca!
 
Aí a garota de trás me cutuca!
 
C: – Então você nunca ficou?! Você acha ruim ficar?
 
J: – Claro, somos muito novos para isso. Além do mais, precisamos de relacionamentos sérios. Você já ouviu falar em namoro?
 
C: – Então você também nunca beijou?
 
Eu me assustei só com a naturalidade dela em falar de algo tão…importante e sério.
 
J: – Claro que não, hora…
 
C: – Ei, Jullyana?! Então em quanto tempo é que você acha que vai poder ter um relacionamento certo?
 
Pensei um pouco e disse.
 
J: – Sei lá, até quando encontrar a pessoa correta…
 
Aí todas as garotas começaram a rir. Como se eu tivesse contado uma piada!
Imagina, elas com essa idade estão loucas para….ficar.
Então, quando chegarem nos 16 anos já vão querer fazer amor! Se bem que nem se pode chamar de amor, já que o amor agora no mundo está sempre em segundo plano, o que vale é o prazer. Eca!

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